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sábado, 25 de junho de 2016
sábado, 25 de junho de 2016
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O Bidens pilosa L. pertencente a família botânica Asteraceae, embora muito conhecido por Picão preto, possui vários outros nomes populares diferentes, variando conforme a região do país, entre eles estão: Carrapicho, Carrapicho-agulha, Carrapicho-cuambu, Carrapicho-de-agulha, Carrapicho-de-duas-pontas, Carrapicho-picão, Coambi, Cuambri, Cuambú, Erva-de-picão, Erva-picão, Erva-pilão, Fura-capa, Furacapa, Goambú, Macela-do-campo, Paconca, Picão, Picacho, Picacho-negro, Picão-do-campo, Picão-preto, Pico-pico e Piolho-de-padre.
O Picão preto é uma espécie autóctone da América tropical, cosmopolita, que ocorre espontaneamente a beira de estradas, áreas ruderais e em áreas agrícolas como planta infestante de lavouras. É uma planta herbácea, anual, ereta, glabra ou algo pubescente, de ramos dicotômicos, com 30 a 80cm de altura. Caule quadrangular, liso, com ramificação dística. Folhas opostas, as superiores alternas, pecioladas, 3-divididas, com segmentos ovais a lanceolados, com 2 a 7cm de comprimento, serrados, agudos ou acuminados, as superiores nem sempre divididas. Capítulos de flores tubulares e radiadas, amarelas. Invólucro campanulado com flores do disco perfeitas, perfeitas, com corola tubular, 5-dentadas. Aquênios planos, colunar-fusiformes, pretos, desiguais, os interiores mais compridos que o invólucro, o ápice é coroado por 2 a 4 saliências que permitem a aderência do fruto às roupas e pêlos.
Prefere os areno-argilosos, férteis, úmidos e revolvidos. O Picão preto desenvolve-se bem em climas quentes e frios, mas ocorre espontaneamente principalmente na primavera e verão.
É hipoglicemiante drástica, depurativa, hemostática, expectorante, antiartrítica, diurética, cicatrizante, antisséptica, anti-hemorroidária, antipirética, antiinflamatória, antiemética, tranquilizante, emenagoga, catártica, tônica do sangue, antidiarréica (as flores), vulnerária, vermífuga, antibiótica, anti-reumática, desobstruente do fígado, antidisentérica, sialogoga, odontálgica (a raiz), estimulante, antiescorbútica, amarga, mucilaginosa, antileucorréica e hepatoprotetora.
Cultivo:
• Espaçamento : 0,3 x 0,3m.
• Propagação: sementes, que são fotoblásticas positivas. São semeadas diretamente a campo. Não devem ser enterradas além de 1cm de profundidade.
• Plantio: outono.
• Florescimento: primavera, verão e outono.
• Colheita: inverno.
• Produção de sementes: cada planta produz de 3.000 a 6.000 sementes, todas prontamente viáveis após a maturação. Isto permite 3 a 4 gerações por ano.
terça-feira, 14 de junho de 2016
terça-feira, 14 de junho de 2016
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Waltheria communis A. St.-Hil. - Douradinha
Waltheria douradinha A. St.-Hil. - Douradinha do campo
Waltheria indica L. - Douradinha
Sinônimos: Waltheria americana L., Waltheria americana var. indica (L.) K. Schum., Waltheria americana var. subspicata K. Schum., Waltheria debilis Bojer, Waltheria erioclada DC., Waltheria makinoi Hayata.
Wasabia japonica M. - Raiz forte
Sinônimos: Alliaria wasabi (Siebold) Prantl, Cochlearia wasabi Siebold, Eutrema japonicum (Miq.) Koidz., Eutrema koreanum (Nakai) K. Hammer, Eutrema okinosimense Taken., Eutrema wasabi (Siebold) Maxim., Lunaria japonica Miq., Wasabia koreana Nakai, Wasabia pungens Matsum., Wasabia wasabi (Siebold) Makino.
Wedelia minor Horn. - Picão da praia
Wedelia paludosa DC. - Arnica do mato
Sinônimos: Acmella brasiliensis Spreng., Buphthalmum repens Lam., Buphthalmum strigosum Spreng., Complaya trilobata (L.) Strother, Seruneum trilobatum (L.) Kuntze, Silphium trilobatum L., Sphagneticola ulei O. Hoffm., Sphagneticola trilobata (L.) Pruski, Stemmodontia trilobata (L.) Small, Thelechitonia trilobata (L.) H. Rob. & Cuatrec., Wedelia brasiliensis (Spreng.) S.F. Blake, Wedelia carnosa Rich. ex Pers., Wedelia crenata Rich. ex Pers., Wedelia trilobata (L.) Hitchc.
IMPORTANTE: Tenha bem presente que esta não é uma página de receitas medicinais, mas sim uma divulgação dos usos e costumes das populações acerca dos usos populares das plantas empregues tradicionalmente na medicina caseira. Assim, esta página não pretende ser uma página de medicina mas sim uma página em que se transmite o património cultural do povo. Deste modo, é de salientar que qualquer utilização desta página como orientação para o consumo das plantas nela apresentadas é da exclusiva responsabilidade do visitante.
domingo, 12 de junho de 2016
domingo, 12 de junho de 2016
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A Salvia officinalis L. pertencente a família botânica Lamiaceae. é mais conhecida por seus diversos nomes populares como: Chá-da-europa, Chá-da-frança, Chá-da-grécia, Erva-santa, Grande-salva, Sábia, Salva, Salva-da-catalunha, Salva-das-boticas, Salva-das-farmácias, Salva-dos-jardins, Salva-mansa, Salva-menor, Salva-ordinária, Salveta ou simplesmente Sálvia.
Trata-se de uma espécie alóctone que cresce espontaneamente no sul da Europa, desde as margens do Mediterrâneo até 800m de altitude, em solos calcários, bem ensolarados e declivosos. No Brasil é muito cultivada em hortas e jardins caseiros.
Subarbusto lenhoso na base, multianual, aromático, de 0,3 a 0,6m de altura. Apresenta caule ramoso e tomentoso-pubescente, ereto, esbranquiçado, ramificado, quadrangular, formando uma moita lenhosa na base. Os ramos se renovam todo ano. Folhas oblongas, aromáticas, opostas, pecioladas (as inferiores), sésseis (as superiores), levemente crenadas e reticuladas, algo pubescentes, verde-esbranquiçadas, esparsas, medindo 4 a 5cm de comprimento por 2cm de largura. Flores azul-violáceas, curtamente pediceladas, dispostas em verticilos com 4 a 8 flores munidas de brácteas opostas, ovais, cordiformes, acuminadas, côncavas e caducas. Cálice pubescente, campanulado, estriado, bilabiado (3 dentes no lábio superior e 2 dentes no inferior). Possui odor e sabor quentes, picantes, um pouco amargos, canforáceos e aromáticos. A sálvia pode viver de 8 a 10 anos.
Prefere temperaturas amenas. É heliófita. É sensível a ventos frios. As regiões mais propícias para a produção são encontradas no sul do Brasil. A planta não se adapta à regiões quentes e muito pluviosas.
O solo indicado é o fértil, areno-argilosos, levemente alcalinos, permeáveis, bem drenado e rico em matéria orgânica. Solos ácidos favorecem à ocorrência de Fusarium sp., além de dificultar o enraizamento e desenvolvimento da planta.
Plantio:
• Espaçamento : 0,7 x 0,3m.
• Propagação: sementes, mergulhia, alporquia, divisão de touceiras, perfilhos e estacas da planta matriz. A semeadura é feita em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. Um grama de sementes contém 300 a 1.200 sementes, que germinam em cerca de 15 dias. A alporquia é feita em ramos novos com cerca de 1 a 2cm de diâmetro. Faz-se um corte anelar em volta do ramo, removendo-se a casca, deixando o lenho exposto numa faixa de 0,5cm. Sobre o anelamento e uns 4 a 5cm acima dele, recobrir o ramo com esfagno ou musgo encharcado com água. Isolar a alporquia com um filme plástico e amarrar as extremidades com barbante. Se houver um período de estiagem prolongado, convém injetar água na bolsa de alporquia utilizando uma injeção com agulha. O enraizamento deve ocorre em 40 dias. O ramo é então cortado abaixo da bolsa de alporquia. Retira-se o substrato sob água corrente, para não danificar as raízes e procede-se um raleio de folhas do ramos, retirando-se 1/3, antes do ramo ser colocado em saquinhos plásticos perfurados contendo substrato organo-mineral. A mergulhia consiste em enterrar um dos ramos flexíveis e basais da planta matriz para que ao longo de 30 a 40 dias possa enraizar. A parte do ramo que ficará sob o solo, deve ser raspada ou anelada numa extensão de 1 a 2cm. O uso de fito-hormônios pode acelerar o enraizamento de estacas da planta.
• Substrato: para se evitar prováveis infecções de fungos vasculares e bacterioses, o substrato para a produção de mudas deve ser bem aerado e solarizado.
• Plantio: outono (propagação por sementes) e primavera (propagação vegetativa).
• Desenvolvimento: as folhas adquirem coloração verde-intenso nos períodos chuvosos e acizentada, em períodos secos.
• Adubação: 2 a 3kg/planta de húmus de minhoca ou composto orgânico, adicionado de 100 a 200g de fosfato natural. Readubar cada colheita feita.
• Doenças: a mais comum que ocorre é a fusariose (Fusarium sp), responsável pela murcha e secamento progressivo da planta. Nesta situação, deve-se suspender a irrigação e eliminar as plantas afetadas. A planta é muito sensível a nematóides.
• Florescimento: verão até o outono.
• Colheita: é iniciada a partir do quinto mês após o plantio. A partir do 2o ano é possível fazer 2 cortes/ano. Colhe-se um pouco antes da antese das flores.
• Rendimento: 200g de folhas por touceira (182).
Da Sálvia utiliza-se na medicina popular seus ramos e folhas novas e sumidades recém floridas.
Propriedades Etnoterapêuticas
Estimulante, emenagoga, atenuadora da transpiração, cicatrizante (folhas e flores), antiespasmódica, hipoglicemiante, bacteriostática, adstringente, diurética, cardiotônica, anti-reumática, digestiva, antisséptica, eupéptica, diaforética, antiinflamatória, vulnerária, carminativa, béquica, antidiarréica, tônica, alvejante dental, aromatizante bucal, fungicida, bactericida, antioxidante, balsâmica, expectorante, excitante, estimulante do sistema nervoso, nervina, resolutiva e colerética.
Indicações da Sálvia:
Usada também para o tratamento de astenia nervosa, gengivites, inflamações da garganta, asma, dores reumáticas, doenças de pele (externamente), aftas, estomatite, gripe, resfriado, faringite, amigdalite, traqueobronquite, úlcera, vômitos, cefalalgias, escrófulas, febre reumática, edema, engurgitamento, mau hálito, sudorese excessiva dos pés, catarro crônico, astenia, crises nervosas e neuróticas, convalescença, depressão, diabetes, enfisema, entorse, frigidez, impotência, leucorréia, tabagismo e picadas de insetos.
Atividade Biológica:
É ativa contra bactéria Gram-positivas e negativas. O óleo essencial da planta apresenta atividade contra Bacillus subtilus, Micrococcus luteus, Escherischia coli e Serratia marcescens.
Usos da Sálvia:
• Infusão:
10g de folhas e flores em 1 litro de água. Tomar 4 a 5 xícaras ao dia.
2 xícaras das de cafezinho de folhas secas por litro de água. Tomar 1 xícara das de chá seis vezes ao dia. Em caso de vômitos, tomar 1 xícara das de chá antes e após o almoço.
• Tintura: amassar um punhado de folhas de sálvia e deixar em maceração em 2 xícaras das de café de álcool de cereais e 1 xícara de água, durante 5 dias, em local escuro. Filtrar. Tomar 1 colher das de chá 10 a 15 minutos antes das refeições (mau hálito, sangramento das gengivas e aftas)
• Gargarejos e bochechos: utilizar infusão ou tintura, 4 vezes ao dia (mau hálito, aftas, estomatites).
• Xarope expectorante: 7g de pó da planta em 100g de mel. Tomar 4 a 5 colherinhas ao dia.
• Dentifrício: friccionar os dentes com as folhas frescas.
• Decocção: 50g de folhas e flores em 1 litro de água. Indicada em loções para feridas e em banhos para escrófulas.
• Vinho: macerar durante 8 dias 80g de folhas em 1 litro de vinho de Samos. Tomar 1 cálice pequeno após cada refeição.
Cuidados:
É atóxica nas doses usuais, porém as gestantes devem evitá-la. Doses elevadas podem aumentar a pressão arterial.
Conheça Melhor:
• As cinzas ajudam a clarear os dentes.
• Muito utilizada como tempero de carnes, peixes, pães, patês de queijo e molhos e para aromatizar vinagres.
• Utilizada ainda como insetífuga doméstica.
• O óleo essencial pode ser usado como ingrediente de cosméticos, desinfetantes e higienizadores bucais.
• As flores são melíferas.
IMPORTANTE: Tenha bem presente que esta não é uma página de receitas medicinais, mas sim uma divulgação dos usos e costumes das populações acerca dos usos populares das plantas empregues tradicionalmente na medicina caseira. Assim, esta página não pretende ser uma página de medicina mas sim uma página em que se transmite o património cultural do povo. Deste modo, é de salientar que qualquer utilização desta página como orientação para o consumo das plantas nela apresentadas é da exclusiva responsabilidade do visitante.
A espécie Armoracia rusticana G.M. Sch. pertencente a família botânica Brassicaceae é uma herbácea perene, com cerca de 40 a 50cm de altura, que ficou conhecida popularmente como Raiz forte. Folhas oblongas, creneladas, espessas, brilhantes, verde-escuras, medindo 30 a 35cm de comprimento por 8 a 10cm de largura. As folhas caulinares são lanceoladas, alongadas, denteadas ou recortadas. As flores são brancas, tetrâmeras.
A planta adapta-se a maioria dos solos, porém nunca em solos arenosos estéreis e argilosos compactados ou com camadas de adensamento. Prefere solos de aluvião, soltos, levemente úmidos, férteis e friáveis.
Plantio:
• Espaçamento : 30cm.
• Propagação: divisão da cepa, rebentos da raiz. Os propágulos de raiz devem ter cerca de 12 a 15cm de comprimento e a espessura de um lápis. O topo do propágulo é cortado horizontalmente, enquanto a base, em bisel. São plantados à profundidade de 10 a 12cm. Embora possam ser plantados diretamente em canteiros, é recomendável produzir as mudas em viveiros telados, enraizando os propágulos em substrato organo-mineral. Evita-se, desta forma, a ocorrência precoce de lagartas que comem os brotos novos.
• Época de plantio: outono-inverno.
• Adubação: embora a planta seja grande extratora de nutrientes do solo, não há necessidade de adubações pesadas ou freqüentes. Por ser perene, deve-se fazer uma adubação no verão, compensando as estiagens com irrigação. Incorporar ao solo 3kg de cama de aviário ou 5kg de composto ou húmus de minhoca ou estrume de curral, associado à 100g/m2 de superfosfato natural.
• Produção: 1.500 a 3.000kg/ha (263).
Da Raiz forte utiliza-se na medicina popular as suas raízes e folhas. É uma planta antisséptica, laxativa, vermífuga, diurética por excelência e antiescorbútica.
Curiosidades sobre a Raiz forte:
• Condimento, sobretudo de frutos do mar e carnes frias.
• O sabor torna-se menos picante quando agregada ao creme de leite.
• Desta planta se faz o Wasabi, tempero forte na forma de pasta utilizado na culinária japonesa.
• Os japoneses utilizam na forma de pó no sashimi.
IMPORTANTE: Tenha bem presente que esta não é uma página de receitas medicinais, mas sim uma divulgação dos usos e costumes das populações acerca dos usos populares das plantas empregues tradicionalmente na medicina caseira. Assim, esta página não pretende ser uma página de medicina mas sim uma página em que se transmite o património cultural do povo. Deste modo, é de salientar que qualquer utilização desta página como orientação para o consumo das plantas nela apresentadas é da exclusiva responsabilidade do visitante.
quarta-feira, 8 de junho de 2016
quarta-feira, 8 de junho de 2016
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O Quitoco é indicada para a bronquite, afecções hepáticas, metrite, resfriado e dores do corpo.
A Pterocaulon virgatum DC. possui raízes carminativas, resolutivas e digestivas. Em banho, atua como estimulante. A infusão das raízes é diurética. A planta é ainda anti-reumática e béquica.
Do Quitoco utiliza-se na medicina popular as suas folhas e raízes.
quinta-feira, 19 de maio de 2016
quinta-feira, 19 de maio de 2016
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Xanthoxylum tingoassuiba Saint-Hilaire. Laranjinha do mato
Ximenia americana L. - Ameixeira da baia
Sinônimos: Amyris arborescens P. Browne, Heymassoli inermis Aubl., Heymassoli spinosa Aubl., Pimecaria odorata Raf., Ximenia aculeata Crantz, Ximenia americana fo. inermis (Aubl.) Engl., Ximenia americana fo. inermis S. Moore, Ximenia americana var. ovata DC., Ximenia arborescens Tussac ex Walp., Ximenia fluminensis M. Roem., Ximenia inermis L., Ximenia montana Macfad., Ximenia multiflora Jacq., Ximenia oblonga Lam. ex Hemsl., Ximenia spinosa Salisb., Ximenia verrucosa M. Roem.
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Aprenda como plantar flores, plantas e frutíferas, saiba qual melhor adubo ou fertilizante usar, qual melhor substrato ou solo ideal para produzir muitas frutas, plantas e flores.
Conheça as plantas raras e flores exóticas, qual melhor vaso para plantar, como fazer podas e a quantidade correta para ter flores no jardim o ano todo.
Dicas de como cultivar suculentas, cactos, orquídeas, folhagens, plantas carnívoras, rosas, samambaias, trepadeiras, plantas de ar, palmeiras, bonsai, rosas do deserto, ervas aromáticas, plantas aquáticas e gramados, com os diversos tipos e qualidades de grama melhor indicado para cada região.
Entenda qual melhor planta para luz direta, luz indireta, meia sombra, locais sombreados, qual planta é ideal para plantar em regiões litorâneas, qual planta resiste a salinidade e climas de frio intenso com geadas.
Aprenda montar você mesmo, jardins de inverno, jardins desérticos, jardins verticais, como fazer orquídea florir e ter flores coloridas no jardim o ano inteiro, como atrair passarinhos, borboletas e beija-flor ao jardim.
Dicas de receitas caseiras para combater pragas e infestações de pulgão, cochonilha, formigas, lagartas e fungos, entenda qual melhor veneno para acabar com cada tipo de ataque ao seu jardim.
ATENÇÃO: As propriedades medicinais e terapêuticas aqui postadas foram repassadas de geração em geração através do conhecimento popular, portanto, é necessário muita cautela na sua manipulação.
Não toque ou manipule qualquer planta para a produção de remédios caseiros sem antes ter uma prévia avaliação médica da situação do doente.
A manipulação de todo e qualquer espécie vegetal para a extração de propriedades terapêuticas ou medicinais deve ser feita apenas por pessoa com muito conhecimento no assunto e não pode substituir qualquer tratamento receitado por médico. Muitas plantas são tóxicas e podem oferecer risco de morte e demais transtornos. Não nos responsabilizamos por qualquer ato de terceiros com o uso das informações aqui postadas.
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A Plantago major L. pertencente a família botânica Plantaginaceae ficou conhecido popularmente como Plantagem, Tanchagem, Tansagem, Tansagem-maior, Tranchagem, Tranchás, Transage ou Transagem.
Planta alóctone européia, que medra em solos áridos. É encontrada até 2.000m de altitude. Cresce subespontaneamente em todo Brasil. É invasora de áreas cultivadas, jardins, pomares, gramados e pastagens. Ocorre prolificamente também em áreas ruderais sombreadas e úmidas dos trópicos.
Planta herbácea, vivaz, anual ou polianual, ereta, acaule, medindo 15 a 35cm de altura. Forma um cepa amarelada, com cerca de 2,5cm de espessura, donde parte uma cabeleira de raízes fasciculadas, brancas e uniformes, e também as folhas. Pecíolo acanalado, tão longo quanto a lâmina. Possui folhas basais, radiais à cepa, espessas, ovado-elípticas, com bordas lisas, ou levemente onduladas, glabras, com nervuras salientes, 3-nervadas. Inflorescência em espiga, cilíndrica, carnosa, sustentada por uma haste floral comprida, que pode atingir até 35cm e possuem numerosos pêlos. As flores são muito pequenas (1 a 2mm de comprimento), marrom-avermelhadas. Fruto tipo pixídeo, ovóide, de deiscência transversal, 2mm de diâmetro, contendo até 30 sementes marrom-opacas, elípticas, bordos anguloso, cerca de 1mm de comprimento, com tegumento crustáceo, castanho-claro a escuro, estriado, um pouco brilhante. É de clima temperado, mas desenvolve-se bem em regiões subtropicais.
Prefere solos arenosos, ricos em matéria orgânica e com boa umidade, mas também prosperam em solos compactados.
Plantio:
• Espaçamento: 0,40 x 0,25m.
• Propagação: sementes, as quais apresentam um período inicial de dormência. Semear diretamente em sulcos transversais de canteiros. A germinação espontânea ocorre na primavera.
• Plantio: inverno ou primavera.
• Pragas: a planta é muito atacada por formigas.
• Florescimento e frutificação: primavera, verão e outono.
• Colheita: é feita no inverno, no auge do desenvolvimento, antes do florescimento. Ocorre 3 a 4 meses após o plantio.
• Padrão comercial: teor de aucubosídeo entre 1,9 e 2,4%, na planta seca.
• Produção de sementes: 14.000 sementes por planta. A viabilidade da semente no solo é de até 60 anos.
Partes Utilizadas:
Folhas, suco (primavera, na floração), raiz (todo ano) e sementes maduras (estação seca).
Fitoquímica:
Contém mucopolissacarídeos, ácido hidroxicinâmico e polifenóis. Foram determinados os seguintes metabólitos: triterpenos, amirina e catapol; monoterpenos asperulosídeo, aucubina, glicosídeos de aucubina, melitosídeo e geniposídeo; flavonóides baicaleína, apigenina, hispidulina, luteolina, nepetina, escutelareína, ácido sinárgico, plantajosídeo; alcalóides indicaína e plantagoína; lignanos 3,5-dihidroxicinamato de metila, ácidos cumárico, ferúlico e cafêico, plantamajosídeo, plantamosídeo, verbascosídeo e siringina; loliólido, ácidos benzóico, p-hidroxibenzóico, salicílico, oleanólico e cítrico, filoquinona, catalpol, metilcatalpol, sais de potássio, vitaminas A, C e K. A mucilagem das sementes contém galactose, glicose, xilose, arabinose, rhamnose, ácidos galacturônicos, planteose, plantabiose, sacarose, frutose e óleos voláteis e fixos. Contém ainda tanino, pectina, sais minerais, enxofre e citrato de potássio.
Propriedades Etnoterapêuticas:
Adstringente, cicatrizante, antidiarréica (folha), emoliente, depurativa, digestiva, antiinflamatória, expectorante, analgésica, antipirética, laxante suave (sementes), béquica, diurética, tônica, purgativa, descongestionante, anti-hemorrágica, vulnerária, anti-reumática, sedativa, anti-hemorroidária, oftálmica, antitabagismo, resolutiva e emenagoga.
Indicações da Tanchagem-maior:
Usada no tratamento de inflamações bucofaringeanas, dérmicas, gastrintestinais e das vias respiratórias. Também útil para o tratamento do paludismo, úlceras intestinais, gastrite crônica, afecções hepáticas, distúrbios renais, conjuntivite aguda, edema necrótico, litíase urinária, traqueobronquite, sinusite, amigdalite, estomatite, parotidite, faringite, varizes, fissura no bico dos seios, catarro, acne, psoríase, cistite, uretrite crônicas, febres intestinais, cólica infantil, apendicite crônica, angina, sangramento de gengivas, feridas e cortes disenteria, hematuria, epistaxe, enxaquecas, flebite, prostatite, obstipação, disúria, resfriado, picadas de insetos e câncer. Emplastros das folhas são úteis para furunculoses e queimaduras. Os cremes feitos da planta são usados em massagens em mulheres frígidas e como afrodisíaca.
As sementes da Tanchagem-maior são classificadas como laxantes que promovem volume no intestino, além de conterem as mucilagens de ação laxante suave. Produtos comerciais à base da planta mostram-se efetivos contra hemorróidas, diminuindo a dor e o sangramento.
Um produto comercial à base de Plantago (Metamucil) diminui significativamente os níveis de colesterol sérico comparado com um placebo. Em 13 pacientes com hiperlipoproteinemia, tratados com Plantago durante 2 a 29 meses, observou-se uma redução de colesterol de 16,9% e de triglicerídeos de 52%. O uso tópico da folhas tem atividade sobre intoxicação por plantas venenosas.
Os compostos polifenólicos existentes nas folhas de Plantago major, administradas à cobaias com arteriosclerose, em doses de 500mg/kg, reduziram os lipídeos totais, colesterol e triglicerídeos sangüíneos.
Extratos aquosos apresentam ação antiinflamatória em cobaias. Uma mescla de polifenóis de Plantago major causa inibição do efeito carcinogênico de nitrosodimetilamina. Os ácidos hidroxicinâmicos são, provavelmente, os responsáveis pela ação antiinflamatória da planta.
Tem-se registrado ainda as seguintes atividades em diferentes partes da planta: antiviral, antipirética, anti-hipercolesterolêmica, anti-hemorrágica, estrogênica, hepática, resolutiva e agente da litíase renal.
O plantamajosídeo, existente na planta, demonstra atividade antibacteriana sobre sete bactérias fitopatogênicas, Escherichia coli e Staphylococcus aureus, além de ser a substância responsável pela fitoproteção da própria planta.
Usos:
• Geral: 15 a 20g/dia (folhas) ou 9 a 15g/dia (sementes) em decocção.
• Cataplasma: colocar as folhas frescas amassadas sobre feridas (cicatrizante).
• Infusão:
Colocar uma xícara das de cafezinho de folhas frescas picadas em ½ litro de água. Tomar 1 xícara de chá a cada 6 horas para o tratamento de infecções bucofaringeanas e 1xícara a cada 8 horas para problemas gastrintestinais.
30g de folhas para 1 litro de água. Tomar 3 a 4 xícaras ao dia.
10g de folhas secas em 1 litro de água fervente. Tomar 1 xícara 3 vezes ao dia. Para afecções bucofaringeanas: fazer vários gargarejos durante o dia.
• Infusão das sementes: adicionar 1 colher das de sopa de sementes em 1 copo de água fervente. Deixar 1 noite em maceração e tomar no dia seguinte, em jejum, como laxante suave.
• Gargarejo: 60g de folhas para 1 litro de água.
• Decocção: ferver 60g de folhas e/ou raízes em 1 litro de água. Fazer gargarejos para afecções bucofaringeanas.
Alertas e Cuidados:
O pólen é um dos maiores propagadores da polinose - uma reação alérgica. Tem sido reportado casos de choque anafilático com sementes de tanchagem.
Conheça Melhor:
• As folhas podem ser usadas em saladas e sopas.
• Os pássaros são ávidos pelas sementes.
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Aprenda montar você mesmo, jardins de inverno, jardins desérticos, jardins verticais, como fazer orquídea florir e ter flores coloridas no jardim o ano inteiro, como atrair passarinhos, borboletas e beija-flor ao jardim.
Dicas de receitas caseiras para combater pragas e infestações de pulgão, cochonilha, formigas, lagartas e fungos, entenda qual melhor veneno para acabar com cada tipo de ataque ao seu jardim.
segunda-feira, 4 de abril de 2016
segunda-feira, 4 de abril de 2016
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Buscar ou conhecer os nomes científicos das espécies pode evitar a confusão com plantas ou flores com os mesmos nomes populares. Conheça alguns nomes científicos de plantas começadas com a letra Z.
Zea mays L. - Cabelo de milho
Sinônimos: Mays americana Baumg., Mays zea Gaertn., Mayzea cerealis Raf., Zea cania S. Watson, Zea erythrolepis Bonaf., Zea hirta Bonaf., Zea saccharata Sturtev., Zea segetalis Salisb., Zea vulgaris Mill.
Zingiber officinale Roscol. - Gengibre
Sinônimos: Amomum zingiber L., Curcuma longifolia Wall, Zingiber aromaticum Noronha, Zingiber majus Ramphius, Zingiber missionis Wall, Zingiber sichuanense Z.Y. Zhu et al., Zingiber zingiber H. Karst.
Ziziphus joazeiro Mart. - Joazeiro
Sinônimos: Ziziphus guaranitica Malme.
Ziziphus jujuba Mill. - JUJUBA
Sinônimos: Ziziphus jujuba (L.) Gaertn.
Imagem: Ziziphus jujuba Mill
ATENÇÃO: As propriedades medicinais e terapêuticas aqui postadas foram repassadas de geração em geração através do conhecimento popular, portanto, é necessário muita cautela na sua manipulação.
Não toque ou manipule qualquer planta para a produção de remédios caseiros sem antes ter uma prévia avaliação médica da situação do doente.
A manipulação de todo e qualquer espécie vegetal para a extração de propriedades terapêuticas ou medicinais deve ser feita apenas por pessoa com muito conhecimento no assunto e não pode substituir qualquer tratamento receitado por médico. Muitas plantas são tóxicas e podem oferecer risco de morte e demais transtornos. Não nos responsabilizamos por qualquer ato de terceiros com o uso das informações aqui postadas.
IMPORTANTE: Tenha bem presente que esta não é uma página de receitas medicinais, mas sim uma divulgação dos usos e costumes das populações acerca dos usos populares das plantas empregues tradicionalmente na medicina caseira. Assim, esta página não pretende ser uma página de medicina mas sim uma página em que se transmite o património cultural do povo. Deste modo, é de salientar que qualquer utilização desta página como orientação para o consumo das plantas nela apresentadas é da exclusiva responsabilidade do visitante.
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