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sexta-feira, 3 de abril de 2015
sexta-feira, 3 de abril de 2015
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Fitoquímica da Celidônia:
Quelidonina, queleritrina, sanguinarina, protopina, mucilagem, resinas, óleo essencial, albuminas, quelidoxantina e ácido quelidônico.
A Celidônia é sedativa tópica, excitante, purgativa, diurética, anti-hidrópica, antiespasmódica, laxativa, antiasmática, hipotensora, cáustica, tônica hepática e biliar, colerética, cicatrizante, calmante e lenificante da angina do peito.
A Celidônia é usada no tratamento de úlceras escrofulosas, escorbúticas e de feridas velhas, calos, verrugas, icterícia, inflamação da vesícula biliar, cãibras no estômago, oftalmias, manchas, icterícia (raiz), panos, acne, hepatite e gota.
Como Usar:
• Cataplasma: amassar ou moer um punhado de folhas frescas e aplicar sobre o calo ou verruga, enfaixando o local. Repetir o tratamento até a extirpação.
• Infusão: 5g de folhas para 1 litro de água. Tomar 1 xícara ao dia.
• Essência: ferver 1 colher das de sopa de folhas secas em 1 xícara das de chá de água até que ocorra a total evaporação da água. O resíduo (essência) pode ser aplicado topicamente sobre verrugas, à noite.
O uso interno é desaconselhável pois pode provocar estomatite e gastroenterite. Evitar o contato com os olhos. Em doses abusivas a planta é tóxica, causando obscuridade visual, cefalalgia, vômitos, ardor nos olhos, formigações no corpo, dor no peito, aflição, náuseas, dificuldade de respirar, diarréia, depressão, angústia, estomatite e gastroenterite. É irritante para os olhos. O uso interno deve ser feito segundo prescrição médica.
Da Celidônia utiliza-se toda a parte aérea e as raízes . O látex deve ser utilizado antes da floração.
quarta-feira, 25 de março de 2015
quarta-feira, 25 de março de 2015
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A Canela-cheirosa é utilizada para dores estomacais, diarréia, choques, calafrios, extremidades frias, tosses, dismenorréia, amenorréia, pressão baixa, respiração ofegante, crioulceração, ulcerações da gengiva e da mucosa da boca, doenças atônicas do estômago, vômitos nervosos, febres adinâmicas, influenza, escrófulas, metrorragias, hemorragias de partos, paralisia da língua e enxaquecas.
USO:
• 1 a 3g/xícara na forma de infusão, tintura e Alcoolatura.
• Vinho: macerar durante 30 dias 30g de casca em 500ml de vinho licoroso. Coar e tomar 1 cálice duas vezes ao dia, antes das refeições (tônico e digestivo).
• Infusão piolhicida: ferver 2 xícaras das de chá de água e derrame sobre 2 paus de canela em uma vasilha. Abafar por 15 minutos. Após lavar a cabeça, enxaguar com o infuso de canela. Secar o cabelo e passar um pente fino.
Cuidados:
• A planta é embriotóxica e abortiva, desaconselhável para gestantes e pessoas febris.
• O pó da casca serve como condimento de quentão, curau, arroz-doce, mingau, compotas e doces.
• A essência é utilizada na indústria de perfumaria.
• A casca é comercializada em pedaços ou rolos, de 30 a 40 cm de comprimento por 3 a 10 cm de largura por 0,2 a 0,8 cm de espessura.
• Dos frutos se obtém a cera de canela, usada para o fabrico de velas.
Taninos, amido, mucilagem, marmitol, minerais (2 a 4%), aldeído cinâmico (65 a 75%), eugenol (5%), safrol, carbureto terpênico, borneol, felandreno e ácido cinâmico. A folha contém 75% de eugenol e 3% de aldeído cinâmico. A casca da raiz contém cânfora.
Utiliza-se da Canela-cheirosa a casca da árvore, flores e as folhas.
domingo, 22 de março de 2015
domingo, 22 de março de 2015
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O Alecrim é indicado para o tratamento de problemas respiratórios, úlceras, afecções cefálicas, poliuria, enxaqueca, queda de cabelo, depressão, astenia, dispepsia atônica, gastralgia, isquemia, vertigem, cansaço físico e mental, hemorróidas, afecções hepáticas, intestinais e renais, bronquite, coqueluche, feridas, úlceras, gota, clorose, escrófulas, nevralgias, paralisias, feridas, contusões, indigestão, histeria, nervosismo, celulite, colesterol, convalescença, odontalgia, edema, entorse, frigidez, impotência, rugas, insônia e torcicolo.
ATIVIDADE BIOLÓGICA:
O óleo essencial apresenta forte atividade contra Salmonella sp., Staphylococcus aureus e três raças de Listeria monocytogenes.
FORMAS DE USO:
• Infusão:
1 xícara (tipo cafezinho) de folhas secas ou frescas em 1/2 litro d'água. Tomar 1 xícara das de chá em intervalos de 6 horas.
15 g de folhas para 1 litro de água fervente. Depois de fria, coar e tomar 1 xícara de chá três vezes ao dia.
5 a15g de folhas por litro se água fervente.
1 colher das de chá em 1 xícara de água quente. Tomar 2 a 3 xícaras ao dia
• Vinho: macerar 1 xícara e meia das de chá de folhas em 1 litro de vinho tinto durante 10 dias. Filtrar e adoçar com mel. Tomar 1 cálice antes das refeições. Pode ser utilizada também a quantidade de 30 a 60g de folhas por litro de vinho, tomando-se 2 a 3 cálices ao dia.
• Banho: ferver 3 xícaras das de chá de folhas em 1 litro de água por 5 minutos. Coar, esfriar e misturar à água da banheira. Pode ser utilizado também o óleo essencial, 3 colheres das de sopa.
• Pó: as folhas secas podem ser pulverizadas e utilizadas como cicatrizantes.
• Tintura:
50g d e folhas secas em 1 litro de álcool. Deixar em maceração por 5 dias, filtrar e conservar em vasilhame escuro. Tomar diariamente 40 gotas diluídas em um copo de água, por 10 a 15 dias (tratamento para hemorróidas).
Deixar macerar 10 xícaras das de cafezinho de folhas secas em ½ litro de álcool de cereais ou aguardente. Tomar uma colher das de chá 3 vezes ao dia, misturado com um pouco de água.
• Extrato fluído: 1 a 5ml/dia.
• Decôcto: a 2,5%, de 50 a 200 ml/dia.
• Xarope:
20 a 10 ml/dia
Deixar macerar 10 xícaras das de cafezinho de folhas secas em ½ litro de álcool de cereais ou aguardente. Tomar uma colher das de chá 3 vezes ao dia, misturado com um pouco de água.
Para ½ litro de xarope, adicionar o suco de 4 xícaras das de cafezinho. Tomar 1 colher a cada 3 horas.
Planta Tóxica:
Em altas doses é tóxico, prostático, desintérico e abortivo. Extrato da planta, a partir da dose de 52mg/dia, é embriotóxico em cobaias. Pode causar gastroenterite e/ou nefrite.
Indicada para o tratamento da arterioesclerose, prisão de ventre, icterícia, colicistite, hepatite, nefrite, hemorróidas, prostatite, uretrite, debilidade cardíaca, distúrbios digestivos e hepáticos e o raquitismo, por ser rica em ferro. Auxiliar no tratamento da obesidade, elimina cálculos biliares e ácido úrico e aumenta a ação antitóxica do organismo.
Apresenta atividade específica sobre bactérias Gram-positivas (Staphylococcus aureus, Bacillus cereus, Bacillus subtilis e sarcina sp.).
USO:
• Infusão: 2 colheres das de sopa de folhas frescas picadas em 1 litro d'água quente. Tomar 1 xícara do chá 4 vezes ao dia, após as refeições.
• Decocção: 30g de folhas para 1 litro de água . Tomar 1 xícara 3 vezes ao dia (hepatite, colicistite e arteriosclerose)
• Salada: utilizar as brácteas cruas ou cozidas temperadas com sumo de limão.
Atenção Planta Tóxica: Pode reduzir a lactação na mulher.
PROPRIEDADES:
Colerética, hipotensora, hepática, estomáquica, hipocolesterêmica, hipotrigliceridêmica, depurativa, antiofídica, colagoga, diurética, antidiabética, carminativa, antiinflamatória, antianêmica, antiasmática, eupéptica, antiesclerosante, cardiotônica, anti-reumática e febrífuga.
INDICAÇÕES:
Indicada para o tratamento da asma úmida, gonorréia, retenção de urina, catarro pulmonar, nefrite, colite, disenteria, bronquite asmática, laringite, bronquite, úlceras de difícil cicatrização, contusões, ferimentos, hepatite, afecções febris, gota e litíase vesicular. A raiz é indicada para cálculos do fígado e icterícia.
Raiz e semente: estomáquica, aperitiva, vulnerária, diurética e anti-hidrópica. Folha: resolutiva e peitoral, depurativa, expectorante, febrífuga, antiinflamatória, tônica, antiartrítica, anti-reumática, carminativa, emenagoga (salada), excitante, antiescorbútica, alcalinizante, antitérmica, antiasmática e antianêmica.
FORMAS DE USO:
• Infusão: 1 colher das de sopa de raízes ou folhas verdes/litro d'água. Tomar 3 xícaras ao dia (257).
• Infuso ou decôcto:
2,5%, 50 a 200 ml/dia.
30g de folhas em 1 litro de água. Tomar 1 xícara 3 vezes ao dia (disenteria, colites e anemias). Para a bronquite asmática, adoçar com mel e tomar diariamente pela manhã, em jejum .
25g de raiz ou sementes para 1 litro de água. Tomar 1 xícara 3 vezes ao dia (laringite e bronquite)
• Suco das folhas: 1 xícara ao dia, dividida em 3 a 4 vezes (nefrite, hepatite, afecções febris).
• Pó: raízes secas e moídas polvilhadas 2 vezes ao dia sobre úlceras rebeldes.
• Cataplasma: aplicar 2 vezes ao dia a folha sobre a região afetada (ferimentos e contusões).
• Extrato fluido: 1 a 5ml/dia.
• Tintura: 5 a 25ml/dia.
• Elixir, vinho ou xarope: 20 a 100 ml/dia.
Atenção:
Não deve ser utilizada por pessoas portadoras de inflamações renais e diabéticos, sob a forma de saladas.
Anti-reumática, emética, diurética, desobstruente do fígado e dos rins, purgativa, aperiente, anti-hidrópica e emética em doses mínimas.
O suco da planta combate sardas e outras manchas dérmicas. Preparada em pasta, serve como masticatório. Também indicada para o tratamento de erisipelas, escrófulas, sífilis, morféia e afecções tuberculosas.
terça-feira, 17 de março de 2015
terça-feira, 17 de março de 2015
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INDICAÇÕES:
Indicado para amenorréia, dismenorréia, distensões abdominais e peitorais, reumatalgias, hepatite, sarampo, má circulação, hematêmese, epistaxia e hematuria.
No caso de micoses de pele esfrega-se o rizoma sobre as partes afetadas.
FORMAS DE USO:
• Geral: 3 a 9g/xícara, em decocção.
• Infusão: 1 colher das de café de cúrcuma em pó em 1 xícara das de chá de água quente. Abafar e filtrar. Tomar 2 vezes ao dia.
• Corante: adicionar 20g do açafrão em pó em 100 ml de água filtrada ou destilada. Agitar e deixar sedimentar. Eliminar a água. Repetir por três vezes. Secar em estufa ou em forno o sedimento final, não passando de 100°C. Após seco, o pó é macerado em álcool de cereais por 7 dias. Filtrar e usar a solução para colorir alimentos e bebidas.
TOXICOLOGIA: Atenção por que em doses altas, o açafrão pode causar embriaguez, sono e delírios.
Conheça um pouco mais do açafrão e suas propriedades medicinais.
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